quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Nada Além de Uma Manhã...

Logo às 06:30 o sol invadia meu quarto. Esgueirava-se pelas frestas da persiana, maroto, cutucava-me o braço e puxava as cobertas. “Só mais cinco minutinhos”, mas o sol brilhava com intensidade suficiente para iluminar todo o ambiente e deixar claro (literalmente) que estava na hora de levantar.
Tomei meu café ainda com a samba-canção rosa estampada com corações, olhando para a caneca do Flamengo, presentes que me passam a sensação de estar perto das pessoas que gosto. Enquanto lavava a louça, via pela janela as nuvens se movimentando e começando a cobrir o céu. Era uma vez uma manhã bonita. Terminei de me arrumar, e quando saias às 07:30 já chovia.
Chegando à delegacia, uma pane geral afetara toda a internet e telefones, estávamos desconectados do mundo. Restava-me escrever.
Alguns instantes depois, já estava munido de uma caneta de propaganda de auto-escola e um papel de rascunho, afoito para produzir o post de hoje.
Comecei a narrar a manhã. Empenhei-me a não ser tão monótono quanto ela.
“Luis!”, troquei olhares com minha assessora e pensei, pensamos, que levaria uma bronca. Antes fosse. Fui chamado, mais uma vez, a resolver a incógnita das férias, e constatei que esse é um termo praticamente excluído do meu vocabulário esse ano. A escravidão não foi abolida, apenas é chamada de estágio agora.

O resto da manhã foi tomado pela tal da escrita...

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