Procurei sempre fazer o certo, o que deveria ser feito. Minha crença me constrangia a pensar que assim que receberia algum reconhecimento; no lugar disso, o desdém me assombrava.
Uma vez resolvi saciar minha vontade. Retive o tolo que pensava demais e calculava em tudo que aquilo implicaria e acabava – perdão pelo bordão – “obedecendo todas as regras e perdendo toda a diversão”.
As conseqüências, por certo, apareceram.
Se eu me arrependi? Talvez por não ceder antes.
Curti a estranha aura de liberdade que me rodeava. Deliciei-me com a sensação de saciedade e aceitei não mais sofrer antes da hora. Pouco estou me importando com o que está por vir, pelo menos até que venha.
E quando vier? Tenho costas largas para suportar a carga que seja. E se não tiver força suficiente? Sei que posso contar com bons amigos que vão me puxar a orelha pelo possível erro, mas vão se disponibilizar para o apoio que eu precise.
E é assim, simples como um fim de tarde...
“cada escolha, uma renúncia, isso é a vida”.
Como já comentei em um de seus textos, eu conheci a página quando você postou o texto "Layout", ficando a partir de então, encantada. Ainda não li todos os textos. Estou lendo aos poucos pra ter um novo encanto a cada dia! Este seu texto exprime muito do que penso. A liberdade é algo que não tem preço. Mas não falo do que muitos chamam de liberdade, como sair da casa dos pais ou tomar um porre a noite com os amigos. Falo da liberdade de verdade, de espírito, da alma leve. A liberdade que se sente e não precisa ser postada por meio de fotos ou frases prontas em redes sociais. Pelo seu texto, sei que você entende do tipo de liberdade que estou falando! Parabéns por sua página!
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